sexta-feira, 11 de setembro de 2009

92º CURSO DE COMANDOS - ALMOÇO 3.10.2009




8º ENCONTRO e 20º ANIVERSÁRIO DO 92º CURSO DE COMANDOS – 2º TURNO DE 1989
3 DE OUTUBRO DE 2009
CENTRO DE TROPAS COMANDOS

Comissão organizadora:
Garcia – 961911548 e p.j.garcia@netcabo.pt
Neves – 916783532 e
Valente – 967093633
Castanheira – 916338822

Caros Amigos, Camaradas

No dia 3 de Outubro de 2009, pelas 11H00, teve lugar no Centro de Tropas Comandos, na Serra da Carregueira – Belas, o 8º Encontro e 20º Aniversário da nossa Incorporação que ocorreu no passado e já distante mês de Agosto de 1989.
Programa:

11H00 – Reunião, chegada e recepção dos participantes e suas famílias junto à parada do CTC.
12H00 – Colocação de flores no Monumento Comando e na Pedra do Sold. Recruta Manuel José Pavão Assis da 1ª C.I, falecido na Instrução.
12H15 – Leitura do Código Comando e descerramento de uma placa comemorativa do Encontro.
12H45 – Almoço.

MAMA SUMAE

terça-feira, 14 de julho de 2009

sábado, 6 de junho de 2009

92º Curso Comandos - Almoço CONFIRMADO


Está confirmado. O Almoço deste ano (8º) que coincide com o 20º aniversário do nosso curso, está marcado para dia 3 de Outubro de 2009 e será realizado em solo Comando. O CTC -Centro de Tropas Comando, na Carregueira aceitou o nosso pedido e assim poderemos efectuar o nosso almoço anual neste edilico lugar.

Daremos mais informações detalhadas sobre o plano de acção do almoço e todas as actividades a ele agregadas.

Mama Sumae.
A Comissão Organizadora

quinta-feira, 21 de maio de 2009

50º Aniversário Cristo Rei (2)





Tive o prazer de servir como voluntário da Delegação de Comandos de Almada junto da Protecção Civil neste importante evento.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

50º Aniversário Cristo Rei



A proposito deste importante evento para a cidade de Almada e para Portugal, não resisti em publicar este texto que saiu hoje no jornal i.

Em 50 anos de história, muitas histórias já passaram pelo Cristo Rei. Até aquelas que não são verdade. De repente, há o dia em que alguém se lembra de dizer que beijou os pés do Cristo Rei (a estátua do Cristo Rei não tem pés), que o escalou num elevador panorâmico ou que já escreveu postais, sentado nos seus braços. "No outro dia até me perguntaram? Mas agora não se pode ir aos olhinhos? A senhora teimava a pés juntos que antes o Cristo tinha lá umas varandinhas nos olhos", conta Fernanda, 45 anos, andar trapalhão de braços a dar a dar, baixinha e roliça.

Há 20 anos a trabalhar no Santuário do Cristo Rei, Fernanda conhece todas as histórias de elevador. Há mais das divertidas e muitas repetem-se. Há as tristes, das duas pessoas que olharam Lisboa pela última vez a partir do local, como "uma menina de 19 anos, no segundo ano de Medicina", E há aquelas que nem pode contar: "Até o Cristo corava. São bacoradas muito feias."

Quatro euros, uma viagem de elevador, mais 59 degraus de escada estreita, curva e com corrente de ar, mais um lance de escadas e surge Cristo. Enorme e imponente, coração com quase dois metros, de braços abertos para Lisboa, 113 metros acima do nível do Tejo, ao lado das nuvens.

"Magnífico, magnífico! É a coisa mais bonita que já vi", exclama uma americana de bengala, olhos arregalados e mãos à volta da boca.

A amiga, de cabelos cinza pelos ombros, interrompe e aponta para a estátua: "Vê, parece mesmo que se mexe e vai cair para cima de nós quando as nuvens passam." E por momentos esquecem os jornalistas, os amigos e os maridos: "O Cristo tem uma lâmpada vermelha em cada mão", diz a de bengala. "Deve ser para os aviões não lhe baterem", responde a outra.

O grupo de amigos de São Francisco já esteve em Portugal mas, pela primeira vez, resolveu visitar o santuário antes de seguir para as praias da costa alentejana. São americanos e todos concordam: "Muito melhor do que a Estátua da Liberdade. Não tem comparação possível.

"Kay Chan, de Singapura, está maravilhada. O namorado, André Yong, já experimentou mil posições incómodas - de cócoras, de barriga para baixo, ajoelhado de pescoço completamente esticado para trás - e mesmo com uma câmara com tripé ainda não conseguiu enquadrar o Cristo Rei na fotografia. Mas Kay não o deixa desistir. "Não percebo. Estivemos horas numa fila para a Torre Eiffel e aqui está vazio, quando é muito mais bonito", diz Kay.

Filipe, colete impermeável, óculos Ray-ban, usou o "melhor miradouro sobre Lisboa" para mostrar a cidade à namorada brasileira. "Já vim cá várias vezes." E baixa o tom de voz para dizer quase em surdina: "Não lhe diga nada, mas não há melhor sítio para engatar as miúdas.

"Apesar da imagem esmagadora de Cristo, imenso sobre a ponte e sobre o Tejo, o monumento não é o que todos esperam. "Não dá para trepar a estátua e ver tudo lá de cima", como uma adolescente que se entretém a ver o elevador subir e descer reclama no final da visita de estudo. Ou para "subir à cabeça", como queria um rapaz de calções, pernas inchadas e óculos vermelhos de plástico. Ou "tocar nos braços", ou "ver o Cristo Rei por dentro", como muitos dos que passam na loja de recordações contestam. A grande desilusão é essa: mesmo lá em cima, apenas se pode olhá-lo de baixo.

"Às vezes sobem aquelas escadas antes de entrarem na loja e dizem ?já estamos nos braços?. Quando chegam lá acima e percebem que não vão conseguir sequer tocar nos braços ficam desiludidos", diz Elisa, funcionária da loja de souvenirs onde, num expositor de produtos tradicionais portugueses, se vendem frascos de pimenta rosa e verde ao lado de azeite, vinho do porto, latas de atum e galos de Barcelos.

Elisa, óculos redondos de aros dourado e testa alongada, trabalha no santuário há 49 anos. Começou um ano depois de o monumento ter sido inaugurado, a 17 de Maio de 1959, perante a imagem de Nossa Senhora de Fátima, a radiomensagem do Papa João XXIII, o olhar de 300 mil pessoas e voos turísticos da TAP de 45 minutos a 100 escudos por pessoa.

À porta, a capela de Cristo Rei tornou--se um lugar de andaimes e pedreiros. Maria José ajoelha-se, coloca as mãos atrás das orelhas e reza. Está compenetradíssima, como se os berbequins não trabalhassem e o vento, incontrolável, não soprasse um som sinistro. Nasceu na avenida abaixo e quase todos os dias vem ao santuário. "É um espaço de reencontro, aqui tenho paz e é à borla." À caixa com "as palavras de Deus" chegam pedidos estranhos: "Que livres o meu homem das pecadoras e das más companhias."

Sílvia Caneco, Publicado em 15 de Maio de 2009 em http://www.ionline.pt/

quinta-feira, 14 de maio de 2009

terça-feira, 7 de abril de 2009

Afinal..... ele é do Benfica, eu Sabia



AFINAL ELE SEMPRE FOI FIEL .
AINDA VAI ACABAR A CARREIRA NO CLUBE DE CORAÇÃO

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Ten.Cor."Cmd" Pedro Soares

O actual 2º Cmdt do Regimento de Comandos e meu instrutor do 92º CC.


Despacho n.º 9378/2009

O Chefe do Estado -Maior -General das Forças Armadas, nos termos
dos artigos 13.º, 16.º e 34.º do Regulamento da Medalha Militar e das
Medalhas Comemorativas das Forças Armadas, aprovado pelo Decreto-
-Lei n.º 316/2002, de 27 de Dezembro, condecora com a Medalha Militar
de Serviços Distintos, Grau Prata, o Tenente -Coronel de Infantaria Pedro
Miguel Alves Gonçalves Soares.

18 de Fevereiro de 2009. — O Chefe do Estado -Maior -General das
Forças Armadas, Luís Vasco Valença Pinto, general.



Louvor n.º 153/2009
Louvo o Tenente -Coronel de Infantaria, NIM 19901885, Pedro Miguel
Alves Gonçalves Soares, pela elevada competência, abnegação e
qualidades e virtudes militares evidenciadas no desempenho do cargo de
comandante da primeira equipa operacional de assessoria e ligação ao
Exército Afegão OMLT de Guarnição 01/01, no âmbito da participação
nacional na ISAF/NATO.
Como oficial responsável pela geração e aprontamento no EMGFA do
primeiro contributo português de natureza conjunta destinado à assessoria
de uma unidade de guarnição afegã, entre Outubro de 2007 a Maio
de 2008, fruto de excelentes habilitações e boa capacidade para planear,
organizar e dirigir, associadas a inteligência e inegável dinamismo e
desembaraço, contribuiu de forma altamente responsável levando a
cabo as necessárias acções de planeamento e organização da sua equipa,
materializadas, em especial, no processo de definição dos requisitos operacionais
das viaturas blindadas a adquirir; na definição da arquitectura
de comunicações e sistemas de informação; na definição e elaboração
de técnicas, tácticas e procedimentos da OMLT, nas múltiplas acções
de formação requeridas, conforme o conceito de operações NATO, e na
elaboração de uma proposta de Plano Administrativo -Logistíco.
A instalação da OMLT nacional em Camp Warehouse, o processo de
validação da equipa nacional pela ISAF, o processo de substituição da
equipa americana de assessores (ETT), o estabelecimento das ligações
com o comando e estado -maior da unidade afegã e o desenvolvimento
das acções de assessoria, constituíram -se como tarefas críticas, cujo
sucesso foi fundamental para garantir o melhor desempenho da missão
da OMLT nacional, o que decorreu de modo decisivo, da cuidadosa e
rigorosa preparação efectuada, da muito boa prestação dos militares da
equipa e da notável capacidade de comando que demonstrou, associada
à sua considerável experiência e conhecimento do teatro de operações.
A excelência do seu espírito de serviço aliado a um inexcedível empenho,
determinação, dedicação e disponibilidade, fazem jus a que a
conduta e os serviços prestados pelo Tenente -Coronel Gonçalves Soares
sejam considerados extraordinários, relevantes e distintos, dos quais,
indubitavelmente, resultou honra e lustre para a Instituição Militar.

18 de Fevereiro de 2009. — O Chefe do Estado -Maior -General das
Forças Armadas, Luís Vasco Valença Pinto, general.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Chico Buarque - Tanto Mar - 25 de Novembro

Foi bonita a festa, pá
fiquei contente
'inda guardo renitente, um velho cravo para mim

Já murcharam tua festa, pá
mas, certamente
esqueceram uma semente nalgum canto de jardim

Sei que há leguas a nos separar
tanto mar, tanto mar
Sei também como é preciso, pá
navegar, navegar

Canta a Primavera, pá
cá estou carente
manda novamente algum cheirinho de alecrim

A primeira versao de "tanto mar" tinha sido censurada devido a canção ser uma saudação à Revolução de Abril de 1974 em Portugal. Foi gravada totalmente pela primeira vez num espectáculo ao vivo com a Maria Bethania, que foi passado para disco(em 1975). A segunda versão foi gravada no início de 1976 e refere-se ao Novembro de 1975 em Portugal e ao fim do período mais revolucionário que por cá se vivia. Ver tambem "Tanto Mar" versao I.